7 de out. de 2011

Eu era tudo para ela e ela me deixou


Meire Pimentel
41014547
Turma FPN
4º semestre publicidade e propaganda


"Eu era tudo para ela e ela me deixou"


A peça é incrível, foi a única peça que assisti durante toda a minha que me fez rir bastante, sempre tive a sensação do gênero comedia em teatro ser um pouco forçado e artificial demais.
Os dois atores são ótimos Marcelo Médici e Ricardo Rathsam.
E a riqueza do cenário de se transformar muito rapidamente foi bem elaborada e bastante criativa.
Dentro da narrativa da peça, o ator nos surpreende com o grande desfecho onde o personagem mais dócil e inocente se revela com o pior de todos os personagens vividos.
E é bem como acontece “na vida real”, muitas vezes sabemos de casos de assassinatos, geralmente os piores casos foram cometidos por pessoas que não demonstravam uma característica se quer de violência, agressividade e menos ainda capaz de matar alguém.
Não poderia ter terminado com um final melhor do que o que foi escolhido.
Dentro de todos os personagens que o Marcelo Médici representou, o que mais me tirou gargalhadas foi o nordestino que ele encarna com tanta veracidade que por mim poderia ter ficado a peça inteira representando só ele.
Em fim amei a peça e desejo sorte para mim mesma de me deparar durante a vida com mais trabalhos desse tipo.



 

Stand Up Comedy - Fabio Porchat


Stand up comedy, é uma expressão inglesa, que traduzida para o português, significa comédia em pé. O stand up nada mais é do que um humorista, em cima de um palco, fazendo piadas originais não conhecidas pelo público, sem recursos de cena, cenário, ou algo parecido. O legal desse tipo de show, é que as pessoas estão lá para dar risada, e pessoa em cima do palco normalmente é engraçada até dizendo seu próprio nome.

O último show de stand up que fui, foi do humorista Fabio Porchat, um comediante sensacional, com piadas e sacadas de gênio.


A piada de Fabio que com certeza mais me identifico, é quando o humorista fala sobre seu relacionamento cliente/serviço com a Net, marca de TV a cabo. Todos os clientes nets, já tiveram algum problema com o serviço ou principalmente com o atendimento telefônico da net. Para vocês que são clientes, assistam a peca. Para vocês que não são, também assistam, é risada garantida.

E ai vai um exemplo de uma sacada sensacional de Fabio Porchat:

“Ontem eu liguei pra net, o telefone tocou quatro vezes e me atendeu a máquina, porque a máquina não atendeu de primeira? O que estava fazendo a merda da máquina.”

Por: Lucas Dias

Eu era tudo pra ela, e ela me deixou - Marcelo Médici


A peça teatral “Eu era tudo pra ela, e ela me deixou’’, estreada por Marcelo Médici e Ricardo Ratsham, como você pode perceber em outros posts desse blog, é uma comédia, onde o ator Ricardo Médici interpreta diversos personagens engraçadíssimos.



Bom, mais eu não vou comentar a historia da obra, e sim vim falar sobre algo novo que me interessou muito. Você lembra de quanto o ator Marcelo Médici, atuou na novela Passione na rede globo, a mais ou menos um ano atrás? É impressionante como um personagem tão sem graça como aquele “Mimi” da novela, era interpretado pelo mesmo ator dessa peça, que por sinal é risada desde o momento em que você senta na cadeira, até o final da obra, que possui um final muito interessante, que é claro, eu não vou contar.


Bom, então pra quem assistia a novela, e achava aquele personagem interpretado por Marcelo Médici, muito entediante. Assista a peça “Eu era tudo pra ela, e ela me deixou’’, pois pra mim, um ator comediante que não passava da categoria “zorra total”, se tornou um grande comediante.
Moral da historia: Nunca julgue o ator, a partir de uma primeira impressão.

Por: Lucas Dias

6 de out. de 2011

ESTRANHO CASAL

por: Bianca Simões

Quando vc pensa no título, já pensa naqueles velhos clichês: marido e mulher que vivem as turras por qualquer motivo que os diferencia, eles brigam, talvez encontrem outros pares para fazer ciúmes um para o outro, mas no fim ficarão juntos.
Estranho casal talvez não saia dessa dinâmica, mas consegue se diferenciar em alguns aspectos: trata-se de um casal de homens, somente amigos, que são separados de suas esposas, e decidem ir morar juntos. Com personalidades diferentes: um é neurótico o outro relaxado. Uma química que não dá certo.


Mas apesar de sair um pouco da constante, estranho casal não inova. As situações são esperadas e não ultrapassam o normal. São 2 horas de peças, que não poderiam ter sido mais bem aproveitadas, menos marcadas e mais improvisadas. 
Com um texto adaptado por Gilberto Braga e nomes tão bons no elenco, esperava um pouco mais.



EU ERA TUDO PARA ELA...E ELA ME DEIXOU

por: Bianca Simões


A peça estreada por Marcelo Médici e Ricardo Ratsham, é uma ótima opção para quem gosta de teatro. O motivo é simples: você vai acreditando ir ver apenas uma peça de comédia, mas se depara com muito mais...
Eu era tudo para ela...é um verdadeiro show em cena. Primeiro e o mais evidente : a agilidade com que Marcelo Médici se troca e conduz 1h10 de espetáculo chega a ser espantosa. Com sagacidade, interpreta cada personagem com uma sacada. Outro ponto que dá para perceber é que a peça se movimenta e leva conteúdo do cotidiano.





Na semana em que fui ver, foi justamente a semana em que Luana Piovani havia ganho uma causana justiça por agressão de Dado Dolabella: fato comentado comicamente por uma das personagens de Médici. O bordão de internet, estrelado por Luisa Marilac, também estava presente no texto: "os bons drink", fazem sucesso em qualquer lugar.
Esse uso de casos conhecidos e "memês", criam extrema identificacação com o público, pois sabemos que o texto não esta lá pronto para ser contracenado em todas as sessões igualmente, mas há todo um improviso cômico, fatos que estamos acompanhando e que vão compondo a peça a cada encenação.
Eis a mágica do teatro. A diferença. A identificação.



Peças: "Estranho Casal" e "Eu Era Tudo Pra Ela E Ela Me Deixou"


por: Barbara Bermejo     
Eu Era Tudo Pra Ela E Ela Me Deixou

Na peça “Eu Era Tudo Pra Ela E Ela Me Deixou”, Ricardo Rathsam contracena com vários personagens, todos interpretados por Marcelo Médici. O ator vive um personagem que, deixado por sua mulher, passa a viver uma realidade que ele não conhecia antes.
                O espetáculo tem um tom leve e divertido, com direito a um final chocante. Os atores são fantásticos e nos envolvem bastante. O mais incrível é a rapidez de Marcelo Médici para trocar de roupa, vendo que ele interpreta nove personagens ao longo de toda a peça. Todos os figurinos são fabulosos e muito bem montados.
                Porém, apesar do seu desenrolar fantástico, tive a impressão de que a peça termina do nada, como se deixasse algo em aberto, pendente. Mas vale a pena assistir e dar sua própria opinião.
 
                “Eu Era Tudo Pra Ela E Ela Me Deixou” está em cartaz no Teatro FAAP de sexta (às 21h30), sábado (às 21h) e domingo (às 18h) até dia 04/12/2011. Os preços variam de R$50 a R$70, dependendo do dia. 

Estranho Casal

Dois homens de meia idade, divorciados, passam a viver juntos. Porém, um é o oposto do outro – enquanto um faz a linha “macho alfa”, o outro é metódico e sensível.
 A peça tem um tom cômico e realmente é bem divertida. Os atores são ótimos e sabem como se envolver com o público.
A iluminação é usada de forma fantástica, ficando mais clara durante certas cenas, praticamente nula durante as entre cenas, mais baixa durante cenas mais tensas ou com tom mais sensual e focando no personagem ou local que está em destaque naquela cena. Outro ponto a ser ressaltado são os efeitos sonoros; ao longo do espetáculo, quando necessário, claro, ouvimos sons de descarga, carros, prato quebrando e muito mais… ambientalizando e nos envolvendo ainda mais.
“Estranho Casal” tem duração de, mais ou menos, 2 horas, mas não é uma peça cansativa; pelo contrário, ela é envolvente e bem engraçada. Porém, não espere um grande final; ele responde todas as perguntas que tinha deixado em aberto antes, mas não choca ninguém. 

“Estranho Casal” está em cartaz no Teatro das Artes, dento do Shopping Eldorado, até dia 27 de novembro. O preço da entrada inteira varia entre R$40 e R$50; para comprar meia, basta apresentar comprovação de estudo. A censura é de 12 anos.
A peça conta com a participação dos atores Carmo Dalla Vecchia, Edson Fieschi, Bel Garcia, Rogério Freitas, Alexandre Mofati e outros.

4 de out. de 2011

PIra Pirandello Pira

Meire Pimentel
Turma FPN
4ºsemestre Publicidade e propaganda.

Pira Pirandello Pira,


A peça de teatro foi baseada num texto de Pirandello.
Eu particularmente amei a peça, é o tipo de trabalho que faz você refletir e que mesmo saindo da peça, você se pega em casa e depois de muitos dias ainda pensando sobre a questão.
Na verdade depois de quase um mês eu ainda estou pensando na peça (risos),
Pois a questão principal é: Como você se vê, e como de fato você é?
A peça narra a historia de um banqueiro (Vitangelo Moscarda) que um dia ao se olhar no espelho a esposa diz a ele que ele tem o nariz um pouco torto e ele inconformado começa a entrar numa crise existencial, pois nunca tinha notado esse defeito, para tirar quaisquer dúvidas que poderia ainda ter, começou então a interrogar para todos às pessoas do seu convívio, amigos de trabalho, submetidos, vendedores ambulantes entre outros.
No decorrer da peça Vitangelo confuso com sua própria identidade tem diversas crises, atitudes estranhas, começa a falar sozinho, começa a querer descobrir quem de fato ele é, conseqüência disso é o divórcio proposto pela esposa, uma mulher vaidosa e bastante compulsiva.
Vitangelo durante a peça percebe atitudes grotescas sua como banqueiro, tenta ajudar pessoas da classe baixa, quando de repente percebe que esta sendo passado para trás e está a ponto de falir.
Até que divorciado ele se envolve num relacionamento amoroso com a melhor amiga de sua ex-mulher, essa que diz ter por ele um amor incondicional e lhe da um tiro para salvá-lo de si mesmo e de toda a confusão.
Em fim eu amei a peça e como disse no início me fez refletir e tem me feito refletir constantemente, com mais freqüência reflito sobre quem sou e como as pessoas pensam que sou. É um grande desafio.








Meire Pimentel

3 de out. de 2011



Criticas opinativas – Literatura e Dramaturgia
Rodrigo Moraes – 40913017 - 4FPN
Prof. SANDRA REGINA CHAVES NUNES



Peça 1: MAMMA MIA !

O espetáculo de caráter musical é muito divertido em sua totalidade, trata-se da história de uma garota que não conhece seu pai e que está prestes a se casar, em razão disso, gostaria muito que seu pai estivesse presente na cerimônia de seu casamento.
Nesta tentativa e busca incansável por encontrar seu pai,  a garota acaba encontrando alguns nomes no diário de sua mãe que relatavam encontros com diferentes sujeitos na mesma época em que ela estaria para nascer, por lógica a garota supõe que algum destes sujeitos seria certamente seu pai. Resolve então convidar a todos em nome da mãe, e esta, tem uma surpresa ao ver todos aqueles com quem ela saiu no passado, ao final da peça, um dos possíveis pais passa a viver como parte da família da garota, porém não é dito claramente que ele seria o verdadeiro pai.


Peça 2: Penélope Vergueiro

Particularmente gostei mais da primeira peça, nesta é retratado, ou baseado em um fato real que ocorreu em São Paulo, o fato é inusitado, trata-se de um acidente ocorrido na rua vergueiro, um acidente um tanto quanto peculiar, 2 automóveis se colidiram, porém o acidente ocorreu com a intenção da motorista que atingiu o segundo carro, pois nele estavam a bordo, seu marido e uma amante, ou seja, a esposa pegou o marido no flagra, e daí gera-se a peça que em alguns momentos apresenta um lado musical, porém o que eu pude notar nesta peça é que ela fala mais a respeito do amor e não sobre o acidente, creio que o objetivo principal é o de mostrar como as pessoas são capazes de loucuras por amor, mesmo que negativas neste caso.

Amanda C. Santos



Eu Era tudo para ela e ela me deixou.

Esta é uma peça que está passando no Teatro Faap, e consiste em um diálogo, teoricamente falando, pois a peça é composta por apenas dois artistas porém, por 10 personagens o qual 9 deles são feitos por um único ator, Marcelo Médici.
É impressionante a rapidez com que o ator troca suas roupas, e sua capacidade interpretativa de vários personagens com características totalmente diferentes. Este foi um dos pontos que mais me deixou com expectativas positivas ao decorrer da apresentação.
Em suma, a peça se trata de um personagem central, interpretado por Ricardo Rathsam, que acaba de se divorciar de sua mulher, e é expulso de casa por ela, junto de seu jabuti. Ele então liga para sua mãe, que aparentemente não se importa muito com ele, e pede para passar algum tempo em sua casa, porém ela está indo viajar com as amigas e diz que um segurança irá ficar tomando conta da casa pois um estuprador perigoso está tomando conta da cidade.
Todos os personagens fazem ponto a certo estuprador que esta rondando solto por ai.
Sem ter para onde ir, o solitário divorciado, procura um lugar para ficar e vai então até a casa de um colega de trabalho  pedir abrigo, porém, diga-se de passagem que ele é um antissocial no escritório e não tem amizade com ninguém de seu trabalho, seu colega então, jogando tudo isso em cima dele, não o deixa ficar de jeito nenhum.
No meio do caminho ele encontra um hotelzinho bem ruim e decide ficar hospedado nele por não ter dinheiro para pagar um hotel de verdade. A recepcionista do hotel, uma latina desonesta, rouba então todo seu dinheiro em troca de uma cama para dormir, porem ao chegar em seu quarto ele percebe que não esta sozinho, seu companheiro de quarto, com apenas uma cama, é um presidiário armado, que fugiu da cadeia.

Desesperado com a situação ele sai em busca de uma solução, senta-se numa mesa de bar com um desconhecido que também esta emocionalmente abalado, e então ocorre uma troca, seu jabuti, por uma arma. Sentindo-se protegido, ele volta ao hotel, e se depara com um estranho, que não é seu “colega de quarto” em seu quarto, o sujeito diz então que é amigo do fugitivo da prisão, o qual também deve ser um ex presidiário. Ao ir buscar uma pizza na recepção, ele discute com o entregador, e é morto. Ele sai então do hotel levando suas malas, e sem ter para onde ir, fica parado na rua a espera de uma resposta, quando um prostituta chega nele e pergunta se ele gostaria de um dos serviços dela... ele topa apenas por precisar de alguém pra conversar, eles vão a um lugar reservado que ela indicou, e ao começar a contar de sua vida, Samuel percebe que a mulher sente-se abalada e a incentiva de contar de sua vida, e ao decorrer da historia ela percebe que sua vida foi tão ruim que não havia o porque continuar vivendo, a prostituta então pula pela janela e se mata.
Desnorteado, Samuel vai para a rua sem destino novamente, e ao parar  em frente a uma casa noturna, se depara com o seu “colega de trabalho” vestido de Drag Queen. Eles começam a conversar e em troca do silêncio de Samuel com relação à vestimenta de seu companheiro de trabalho, ele da a chave de sua casa para que ele pudesse se hospedar lá.
No ponto de ônibus indo para a casa do amigo, havia um velho de cadeira de rodas, Samuel pega então o cachecol, e enforca o inocente velho, desvendando assim que o tempo todo, ele que era o perigoso personagem que rondava pela cidade.
Ao final da apresentação podemos ver no telão a imagem de sua mala de viagem que ele não largava um minuto, e dentro dela havia o corpo de sua ex mulher!







Estranho Casal
 
Esta é uma peça com o ator Carmo Dalla Vechia, achei a peça bem divertida e garantiu bastantes risadas, a única coisa que não me agradou foi a duração do espetáculo, muito longo e desnecessário tamanha demora.
A peça aborta bem a diferença de personalidade de dois homens divorciados, um bem esculachado, desorganizado, tanto consigo, quanto quando o assunto a ser tratado é sua família. Não se importa com a ex mulher e muito menos com os filhos...
Já o outro, recém-divorciado, ama sua mulher, tem admiração por ela, e ama seus filhos mais que tudo, visita-os todo dia.
Pode-se dizer que é um impasse entre o certinho e o desajeitado.
Ao se divorciar, o certinho passa então a morar com o desorganizado, e quer então botar ordem em toda sua casa, na sujeira, na falta de comida e falta de cuidado.
O amigo esculachado vive reclamando das coisas boas que ele faz, da limpeza de mais, das comidas gostosas, mas o outro não deixa de fazer.
Consegui perceber que a moral  da historia que a peça quer passar, é que você só sente falta de alguma coisa, quando você perde ela.
Pois depois que o amigo certinho de mais é expulso da casa, o outro passa então a sentir falta dos hábitos de limpeza e de tudo mais que ele fazia, refletindo então toda a convivência em seus atos, sem nem perceber.
O cenário da peça se passa inteiro dentro do apartamento dos divorciados, sendo que eles conseguem passar bem a ideia de sujeira e de organização em um mesmo lugar.






2 de out. de 2011

"As Bruxas de Eastwick" e "Comédia ao Vivo" - Daniela Abreu


Por Daniela Abreu.

Entre as duas peças que assisti, uma delas é a peça "As Bruxas de Eastwick" que é um musical e tem no elenco Eduardo Galvão, Maria Clara Gueiros e participação especial de Fafy Siqueira, entre outros. A peça conta a história de três mulheres entediadas com a vida que tem que se reúnem todas as quintas-feiras para se divertir e conversar sobre vários assuntos e o assunto principal delas é falar sobre os homens e seus defeitos, e de como seria o homem ideal. O que elas não esperavam  é que esse desejo de encontrar o homem ideal se tornaria verdade tão rápido, pelo surgimento de um homem misterioso e sedutor que cria uma verdadeira guerra dos sexos que mudará completamente a vida dessas mulheres.
A peça vai mostrando o envolvimento das três amigas com o homem, na qual ele persuade as mulheres, tranformando-as em bruxas. Uma visão minha sobre a peça, é que ela deixa uma mensagem que reforça o conceito de não acreditar em estranhos, porque um dia você se surprienderá com o que pode conhecer e também deixa a ideia de romper com o conservadorismo da sociedade.
Outro fator que me chamou a atenção é sobre a estrutura do teatro que possui um espaço enorme para a plateia e o tamanho da produção da peça. O cenário é impecável, ele muda rapidamente para cada cena e possui uma orquestra ao vivo que é fundamental para o andamento da peça, além desses fatores, outra coisa que me encantou foi o fato das personagens bruxas “voarem” por cabos de aço sobre a plateia, enfim, a peça é realmente um espetáculo.
A peça estará em cartaz até dia 11 de Dezembro no Teatro Bradesco no Shopping Bourbon – Pompéia.


A segunda peça que assisti foi a peça de stand-up "Comédia ao Vivo" no Teatro Renaissance.



Como todo stand-up, no palco há apenas um microfone onde os 5 comediantes da noite se revesam em suas apresentações. Entre os temas abordados, haviam assuntos sobre o dia-a-dia das pessoas, como ir ao trabalho por exemplo, e assuntos sobre noticias recentes também. O repertório dos comediantes é grande e variado, mas todos querem causar a mesma coisa em minha opinião, que é atingir o publico com suas piadas sem serem “forçados”, simplesmente fazendo piada com situações que a maiorias das pessoas passam todos os dias.
O Stand- Up esta em cartaz todas as sextas-feiras as 23:59h no Teatro Renaissance - Rua Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista.