1 de out. de 2011

“EU ERA TUDO PRA ELA, E ELA ME DEIXOU” e “As Três Velhas” por Andréa Figueira



Assisti a peça “EU ERA TUDO PRA ELA, E ELA ME DEIXOU” de Emílio Boechat e direção de Mira Haar, dia 15/09/2011 no Teatro FAAP.
A peça que é anunciada como uma comédia, mas me deixou com um leve sentimento de decepção. Algumas partes eu realmente achei engraçadas, mas foram poucas. O ator Marcelo Médici é muito bom, divertido e tem uma facilidade de trocar de personagens muito rápida, continuando sua boa performance. Já o ator Ricardo Rathsam, pareceu pouco à vontade no palco, com as falas aparentemente bem decoradas e travadas, pouco natural com o seu papel.
O cenário foi uma das coisas que mais chamaram a minha atenção, achei muito criativo. Ele vai se transformando conforme as cenas, vira uma casa, hotel, quarto, bar, entre outros.
Em geral gostei da peça, mas provavelmente não assistiria novamente. A proposta é bem legal, afinal quem nunca sofreu uma desilusão amorosa? Mas o foco fica mais voltando para a vida dele pós separação, e não para o conflito proposto pelo nome em si.


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A tragicomédia As Três Velhas, com direção de Maria Alice Vergueiro, esteve no Galpão da Folia do dia 19 de julho a 11 de setembro, sendo a própria diretora da peça, a protagonista, representando uma das velhas, e por consequência, uma das irmãs.

Uma atriz em uma cadeira de rodas, portadora de mal de Parkinson, atua de uma maneira maravilhosa pois, por vezes me confundia, eu não sabia realmente se ela necessitava naquela cadeira de rodas, e ainda se ela tinha tal doença. Ela, uma atriz Brechiana, me fez viver cada momento desta peça. 

A historia é marcada por um caráter provocativo,  existe a revelação de um segredo e um irresistível final, um grande espetáculo, adorei!





Andréa Figueira G. do Curral - 4FPN 


30 de set. de 2011

"Minhas Sinceras Desculpas" e "Mulheres Alteradas"

     Bruna Pacífico - 4FPN
     
     No mês passado assisti à peça “Minhas Sinceras Desculpas”, estrelada por Eduardo Sterblitch, ator famoso por suas interpretações no programa “Pânico na TV”.
Humorista consagrado, não fez juz à sua fama de entreter e arrancar gargalhadas do público. Ao menos, não no meu ponto de vista.
Trata-se de um monólogo, no qual o ator traz à baila assuntos de pouco interesse público e nada divertidos.
     Gasta os trinta primeiros minutos da peça explicando a razão que lhe levou a escolher o “canto esquerdo”como o local apropriado para iniciar o espetáculo. No entanto, não o faz de maneira engraçada e sim muito repetitiva.
A única razão que me impede de dar nota zero ao monólogo é a banda que se apresenta junto com o autor. Simplesmente fantástica. 
     Já o consagrado humorista, uma decepção.































Risada garantida!
A peça de teatro “Mulheres Alteradas”, interpretada por Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Luiza Tomé e André del Sarto, aborda temas do cotidiano feminino com um excelente toque de bom humor.
Na medida certa, os atores foram felizes na interpretação de seus personagens e conseguem divertir o público durante todo o espetáculo.
Adriane Galisteu, em especial, surpreendeu com seu potencial artístico e mostrou-se uma ótima atriz.
Os assuntos discutidos são situações vividas pela maioria das mulheres brasileiras, as quais se identificam em muitas delas.









29 de set. de 2011

"Saltimbancos" e "Million Dollar Quartet"


Saltimbacos

Eu e a Carolina fomos assistir peça “Saltimbancos” no teatro folha, no Shopping Pátio Higianópolis, há mais ou menos 1 mês atrás. Ela já tinha assistido essa peça algumas vezes antes, enquanto para mim, era a primeira vez. Ela sempre adorou a peça e sempre fez muita “propaganda” dela, dizendo que era muito engraçada, divertida, interessante e inteligente. Além disso, eu, por ser músico, fiquei muito entusiasmado ao saber que todas as músicas foram traduzidas para o português por ninguém mais ninguém menos do que Chico Buarque, um dos maiores (se não o maior) compositores brasileiros.
Ao chegar no teatro, em um domingo a tarde, logo percebi que a peça, com certeza, não iria superar minhas expectativas. O público era exclusivamente infantil, e isso me deixou um pouco desanimado (não gosto muito de gritaria de crianças!).
Logo começou a peça. Eu não sabia nada da história, mas sabia que eram quatro animais. Um homem vestido de burro começou a cantar, e depois uma galinha, um gato e ainda um cachorro! Achei interessante, mas não consegui entender muito da história. Como a Carolina sempre me disse que a história era muito inteligente e as músicas eram ironicas e muito bem escritas, eu me decepcionei ao me deparar com uma peça totalmente infantil, que prezava mais por risadas bobas do que pela história inteligente dos animais de Brehmem.
Como eu não conhecia a peça, a minha decepção foi muito menor do que a dela, que ficou praticamente desesperada.
Com certeza, as minhas expectativas não foram alcançadas, e se eu tiver a oportunidade de assistir a esse espetáculo novamente, eu não vou perder, pois eu acredito que a Carolina não teria falado tanto por tão pouco.
Million Dollar Quartet
Essa peça é um musical que eu assisti durante as minhas férias de julho, com a minha família em Londres. Eu achei simplesmente espetacular. Ela mostra um momento histórico da música (mais precisamente do Rock ‘n Roll).
Durante uma noite da década de 50, quatro dos maiores roqueiros do mundo (considerados os percursores do estilo) se encontraram em um estúdio em Memphis. Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Johnny Cash e Elvis Presley discutiram, conversaram, se desentenderam e cantaram muito na peça. E os atores eram realmente muito bons, a ponto de fazerem com que toda a platéia (casa cheia) cantasse e dançasse junto.
Essa é daquelas peças que duram mais de duas horas, mas que parece durar apenas alguns minutos. Todos deixaram o teatro felizes pelo que viram, e tristes por ter acabado.
Pra mim, que amo o rock ‘n roll, foi demais, além de ser uma aula. Foram interpretados clássicos do Rock, como Blue Suede Shoes do Carl Perkins, Whole Lotta Shakin’ Goin’ On do Jerry Lee, Hound Dog do Elvis e I Walk The Line do Johnny Cash.
Eu não tenho nem palavras pra descrever o que eu senti ao assistir esse espetáculo. Só que muito dificilmente será superado por outro espetáculo.

Rodrigo Abbud

27 de set. de 2011

"As Eruditas" e "Os Saltimbancos"

> As Eruditas
Fui assistir a peça As Eruditas porque um dos atores é amigo da família, Gustavo Ottoni e ele  me convidou para ir ao Teatro Brigadeiro.
                A peça original é de Molière e essa versão tem tradução de Millôr Fernandes, o que mantém a qualidade da tradução e do texto. Os atores são todos muito bons, eles conseguem prender a atenção da platéia e tiram altas gargalhadas o tempo todo. É tipicamente uma comédia.
A história é sobre uma família (Filomena e Crisaldo) e em especial, duas irmãs. Uma, Amanda, ama as artes, literatura e filosofia (como sua mãe e tia), enquanto que a outra, Henriqueta,  quer  casar e ter filhos. A mãe, Filomena, resolve casar a filha que não gosta das artes com Tremembó, um cara que finge ser poeta mas na verdade, só quer o dote. Henriqueta, por sua vez, quer casar com Cristóvão, um homem simples que já foi rejeitado por Amanda. Além disso, o pai, Crisaldo, faz todas as vontades da mulher porque não tem coragem de enfrentá-la, porém, como ele faz gosto do casamento da filha com o Cristóvão e não gosta do Tremenbó, ele resolve que é hora de enfrentar a mulher.
Enfim, é uma grande história de amor, brigas de família, trapaças, filosofia e artes... Tudo com muito bom humor e cacos. Percebe-se que os atores estão com as piadas bem ensaiadas. A direção é de José Henrique.
Curiosamente, no dia em que eu fui ver a peça, foi também uma escola pública e, provavelmente, era a primeira vez que a maioria dos estudantes foi ao teatro. A peça ganhou, então, outro rumo, porque a cada piada, a platéia ria incondicionalmente. Conversando com o Gustavo, ao final do espetáculo, ele nos contou que a animação foi percebida nos bastidores.
É legal ver como o teatro pode ser para todos e como uma platéia animada contagia a peça e transforma um programa divertido em um inesquecível.

> Os Saltimbancos
             Eu e Rodrigo fomos assistir Os Saltimbancos porque ele nunca tinha visto e eu amo, desde pequena.
               A gente chegou em cima da hora, mas a tempo de sentar com as luzes acesas. As crianças gritavam e se empurravam e se batiam enlouquecidamente – mas eu já tinha ligado o botão criança na minha cabeça.
              O espetáculo começou com os atores cantando pelos corredores do teatro, subindo em direção ao palco e cantando uma música que eu não conhecia (não fazia parte da trilha original); já não gostei. Até que eles saíram e entrou o Jumento. Não era O Jumento, mas ok, era um jumento. Eu sabia que o MEU Jumento não ia ser. Mas aí veio o primeiro erro: ele não cantou sua música toda.  Cantou só uma parte. 
                Veio o Cachorro (esse sim, bem legal, engraçado, cara boa. Era quase o MEU Cachorro) e também e não cantou sua música inteira – segundo erro. Eu já estava bem irritada.
                Na vez da Galinha, eu já não esperava mais nada, o que viesse estava bom. E veio uma Galinha bem mais ou menos que também não cantou sua música dela inteira. Ao longo da peça ela me irritou inúmeras vezes pois, tinha um ar meio cômico... mas não era natural.
                Até que o último animal, a Gata, resolveu cantar a música inteira, com as duas partes e as repetições do refrão. Lindo, se não fosse as variações de voz que ela fazia. Mas mesmo com a música inteira, veio mais um erro: ela e o Cachorro não brigaram!!! Sei lá, vai ver que no mundo pós-moderno e politicamente correto, não cai bem dois animais de espécies diferentes brigarem, não se deve poder ensinar isso para as crianças. E lá se foi uma das imagens mais clássicas dos Saltimbancos da minha infância (eu esperava ansiosamente pela hora que a Gata entrava em cena, cantava e, no fim, o Cachorro saía atrás dela latindo que nem um louco e o Jumento, o “chefe”, fazia as pazes dos dois).
                A peça continua cheia de erros, contando um pouco da história original e um pouco da história atual das crianças, talvez para atrair a atenção delas, sei lá. O fato é que na hora que o Jumento junta os animais para fazer um teste e ver o quão eles cantam, em vez de ser um desastre (como era na minha época), é um mix de músicas do momento com cenas metidas a engraçadas.
               Preciso nem dizer que eu não gostei, né?

obs: mostro os dois ingressos pessoalmente!
Carolina Spalding

"Eu era tudo pra ela e ela me deixou" e "As folhas de cedro"

Raíssa Costa, 4FPN

Eu era tudo pra ela e ela me deixou

Quando olhamos para o cartaz, pensamos que são mais de 10 atores na peça. Porém temos uma surpresa bem engraçada, são apenas dois atores, um fazendo o papel do marido que foi deixado pela mulher e o outro autor que é o Marcelo Médici, que faz vários personagens. Ele faz a mulher que expulsa o marido de casa, faz o homem bêbado, faz a prostituta, faz o vizinho... é bem interessante pois ele se troca em questões de 10  a 20 segundos e consegue diferenciar bem um personagem do outro, seja pelo modo de falar, o sotaque e até mesmo pelas vestimentas.
O cenário tambpem é bem interessante, era gira 360°, fazendo com que seja, bar, hotel, a casa deles, a casa do vizinho etc.
A peça é muito engraçada, vale a pena ver e com certeza vocês darão muita risada, principalmente quando ele interpreta os bandidos e a prostituta, a conversa entre eles é interessantissíma.
Está em cartaz no Teatro Faap:
Sexta 21h30, R$50,00(inteira) e R$25,00(meia-entrada)
Sábado 21h00, R$70,00(inteira) e R$35,00(meia-entrada)
Domingo 18h00, R$60,00(inteira) e R$30,00(meia-entrada)

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As folhas de cedro

A peça conta a história de uma mulher que, por meio de sua memória e imaginação, revista suas origens, procurando sua identidade.
A peça é bem culta, com bastante repoertório.
Trata da busca através da memória e dasr imaginação, das raízes mais profundas que nos constituem, envolvendo sobre tudo os laços familiares. Abordam a imigração libanesa dentro do contexto de outras imigrações que ajudaram a formar o caráter brasileiro ao longo do séc XX. E ainda tratam da construção da estrada Transamazônica, durante a déc de 70, como símbolo de uma tragédia ecológica ainda hoje eminente.
Vale a pena assistir essa peça para quem gosta de história, eles abordam muito bem cada um desses assuntos, como repertório é super interessante.
Essa é a última semana!
Está em cartaz no Teatro Augusta:
De Quarta e Quinta às 9h00

26 de set. de 2011

"Um Trem Chamado Desejo" e " Pode Ser Que Seja Só Um Leiteiro Lá Fora" - Gabriela Vieira

Semana passada presenciei muitos aplausos em 2 peças no Teatro Macunaíma. A minha maior motivação de ter ido nem foi esse trabalho mas sim a minha irmã mais nova que é apaixonada por teatro e faz aulas com professores especializados na área, dentro da Escola Macunaíma. Assisti 2 peças teatrais no mesmo dia. A primeira se chama "Um Trem Chamado Desejo", comédia musical que se passa nos anos 40, na qual um grupo de jovens atores lutam para que sua cia de teatro musical não se acabe, já que o mesmo está passando por uma grave crise financeira pela falta de público que preenchia as diversas cadeiras de suas peças de teatro. Uma solução que as personagens encontram é o cinema, que atinge o ápice de bilheteria na época, descobrindo assim, que o teatro nunca acaba, motivando-os a continuar com seus devidos sonhos. As personagens são muito marcantes, com personalidades muito distintas. Gostei muito dos figurinos. Estavam todos cheios de vida, com muita cor e destaque. O grupo de personagens interagia muito com o público, sentando perto das pessoas, e fazendo assim, várias perguntas. Gostei muito de ver a minha irmã na peça cantando mas devo admitir que gostei porque ela canta super mal. São todos atores iniciantes, porém, muito bons para os poucos anos de experiência com o Teatro. Devo dizer que a maioria cantava bem mal mas isso fazia a peça ser mais original e engraçada. Achei interessante a peça pois atrás do palco, podíamos ver a sombra de integrantes de uma banda tocando seus devidos instrumentos enquanto a peça rolava la na frente. O espaço não era grande porém trazia muita intimidade. Achei a peça muito dinâmica pois existiam diversas personagens com papéis muito diferentes.O Teatro Macunaíma fica na Rua Adolfo Gordo 236, Santa Cecíli. Existem sempre novos espetáculos lá dentro esperando por aplausos. Tirei muitas fotos. Infelizmente essa peça já terminou, porém toda semana existem novas atrações. Recomendo vocês a darem um pulinho la. 





A outra peça que assisti se chamava "Pode Ser Que Seja Só O Leiteiro Lá Fora" de Caio Fernando Abreu. Eu ri muito na peça, mesmo sendo um drama, pois vi a minha irmã interpretando papel de um homem argentino. Sinceramente, minha irmã falou muito mal espanhol mas valeu a pena. A história é a de um grupo de jovens perdidos na rua que encontram uma casa abandonada para sobreviver e assim a fazem como um abrigo, compartilhando assim suas felicidades, medos, aflições e angústias. Acho que o principal objetivo dessa peça é mostrar um pouco da realidade daqueles que não tem um lar,mostrando assim, as dificuldades passadas por diversas pessoas a fora que estão nas ruas abandonadas. Achei os figurinos bem criativos pois pude ver nitidamente que quem criou foram os próprios aprendizes que atuaram na peça pois não eram fantasias. Os Cenários foram também muito criativos. Eram feitos de uma simplicidade extrema. Acho que isso é que fez tudo ficar bonito nessa peça. A prática e a simplicidade. Podíamos ver um senhor tocando violão ao lado do palco em alguns momentos da peça. Realmente gostei muito do trabalho de todos. Deu para ver que teve muita mão na massa! Adorei! 







"Sem Pensar" e "As Encalhadas" - Carolina Bellacosa

Sem Pensar

Minha escolha por essa peça foi no último minuto do segundo tempo. Não por falta de organização minha, mas sim pela falta de organização do aplicativo da veja. Escolhi assistir a outra peça e o aplicativo me deu um endereço que não existia mais,e ao chegar ao destino percebi que não havia peça nenhuma. Para não perder e frustrar meu sábado resolvi partir em busca de outra que me interessasse.
                 Fui então para o teatro TUCA assistir Denise Fraga em Sem Pensar. Não me arrependi nenhum pouco por ter feito essa escolha. A peça é um desvio entre o drama e a comédia , ela retrata os problemas cotidianos de uma família de classe média, como a falta de comunicação e como as vezes tratamos mal quem mais amamos.  
Na trama, Denise interpreta Vicky, uma dona de casa que, segundo suas próprias palavras, "vive numa TPM constante". Ela é casada com Nick e os dois têm uma filha de 13 anos, Delilah . O conflito se inicia quando a jovem se apaixona por Daniel, jovem de 20 anos que aluga um quarto da casa. Completam o elenco a namorada de Daniel  e três amigas de Delilah.
                O cenário dividido em diversos cômodos, com dois andares, e sem paredes nos passa uma sensação de proximidade e de conforto.  Ficaria lá horas e horas assistindo a mesma peça. Recomendo a todos que procuram um sábado animado e descontraído

Fica a dica a todos que se interessaram.
Dias e horários- Sexta e Sábado às 21h30. Domingo às 19h
Duração de temporada – 02;10;11
Local- Teatro Tuca

As encalhadas
Sábado dia 10-09-11, estava eu na peça dirigida por Bibi Ferreira “ As Encalhadas” . Decidi assistir a esse espetáculo não por me identificar, e sim para dar boas risadas. E acertei, a peça que também pode ser vista como um musical satiriza mulheres sozinhas por opção. A trama se desenrola  na maior parte em um cenário que é um programa chamado “Solteiras 2000” pela apresentadora Cecília, uma solteira que não encontra ninguém para poder se reproduzir. A maquiadora do programa e também vendedora de produtos eróticos, Grace, sonha em se casar, porém só se envolve com homens comprometidos. Uma das entrevistadas no programa,  Narcisa é casada porém sozinha, situação comum em diversos casamentos de hoje em dia.  Ex Pindamonhangaba estava a procura de um homem rico que a desse atenção.  E assim a peça vai se desenrolando em um ótimo astral, com boas músicas e engraçadíssimas performances. Por fim, elas descobrem que o marido de Narcisa é o amante de Grace e o pai do filho que Cecília espera.
Fica a dica á todos que estão a procura de uma noite animada.
Dias e Horários- Sábados as 23h
Duração de temporada- Até 29-10-11
Local-Teatro Ruth Escobar